…montamos tudo às cinco da manhã porque a gente só tinha uma chance com aquela luz e a maré já estava subindo…
Você falou isso num TikTok. Em qual, só Deus sabe.
O FindMyTok pesquisa seus próprios TikToks publicados pelas palavras que você realmente falou. Quem transcreve é o seu aparelho — sem servidor, sem upload, sem “confia”. Cada resultado entrega as palavras, o post e o segundo.
Toque no resultado e o TikTok abre o post. O horário diz onde a frase mora; onde a reprodução começa de fato é decisão do TikTok, não nossa.
Ele procura palavras. O truque é esse, e só.
Maiúsculas, acentos e pontuação são ignorados. Frase exata ganha de todas as palavras, que ganha de prefixo. Sem busca semântica, sem resumo de IA, sem adivinhar o que você quis dizer — ele acha as palavras que você diz ter falado.
Indexar uma biblioteca grande demora, e é melhor avisar logo: cada vídeo é baixado e transcrito uma vez, no máximo dois por vez, e mais devagar quando o aparelho esquenta. Começa e vai fazer outra coisa.
Sua voz é transcrita no seu aparelho. O roteiro inteiro é esse.
Transcrição no aparelho
A extração de áudio, o reconhecimento de fala e a leitura de texto nos quadros rodam localmente, com os frameworks da própria Apple. Nada sai daí para pedir uma segunda opinião.
Não existe servidor do FindMyTok
Transcrições, textos dos quadros, capas e o índice de busca ficam num banco de dados local. Sem nuvem, sem sincronização entre aparelhos — nada seu parado num servidor que a gente nem tem.
Ele usa a rede, sim senhor
Os posts e as mídias vêm do TikTok pela sua própria sessão conectada, e a Apple cuida das compras. Processar no aparelho não é a mesma coisa que não ter tráfego, e a gente não vai fingir que é.
Mídia temporária, apagada depois
O vídeo baixado e o áudio extraído são apagados assim que o processamento termina. O que sobreviver a um travamento é varrido na próxima abertura.
Sem senha, sem microfone
Você entra na própria página do TikTok. A transcrição lê arquivos de áudio, nunca o microfone ao vivo.
Só a sua conta
O FindMyTok indexa a conta em que você entrou. Ele não vai xeretar o vídeo de ninguém.
No app
Capturas reais da introdução do app, feitas num iPhone. As telas estão em inglês. A biblioteca, a transcrição e os tempos são dados de exemplo — mas nada aqui simula uma tela que não existe.
Dez TikToks grátis. Depois, o acervo inteiro.
O suficiente para ver a sua própria voz virar texto antes de pagar qualquer coisa. O que já foi indexado continua pesquisável para sempre, assinando ou não.
A App Store mostra o preço na sua moeda na hora da compra. A Apple cuida do dinheiro e das renovações — a gente nunca vê um cartão.
Perguntas
Dá para pesquisar TikToks de outras pessoas?
Não. Só a conta em que você entrar. Isso aqui é uma busca no seu próprio passado, não uma ferramenta de vigilância.
Quanto tempo leva para indexar?
Mais do que você gostaria, se a biblioteca for grande. Cada vídeo é baixado e transcrito uma vez, no máximo dois por vez, e o app pega leve quando o aparelho esquenta ou a bateria cai. Escolha um intervalo de datas e faça primeiro a parte que importa.
Dá para pesquisar uma ideia em vez de palavras exatas?
Hoje não. A correspondência é textual: sem busca semântica, sem resumo gerado. Se você não falou a palavra, ela não está lá.
O resultado abre no horário exato?
Ele abre o post. Quem decide onde a reprodução começa é o TikTok, então ele pode ignorar alegremente o segundo que a gente calculou.
Preciso deixar o app aberto?
Sim. A indexação usa uma tarefa limitada em segundo plano e uma Atividade ao Vivo mostra o progresso, mas não existe modo “deixa rodando a noite toda”.
E os posts de fotos?
Fora do escopo por enquanto — não tem áudio para transcrever. Eles são filtrados durante a descoberta, e um post antigo que se revelar de fotos fica marcado como excluído.
O FindMyTok está em desenvolvimento.
Sem data de lançamento, sem lista de espera, sem formulário para preencher. Quando ele chegar à App Store, esta página ganha um botão. O plano é esse.
Em breve






